Todo novo programa de tevê se esforça em adequar a linguagem 2.0

 

Todo novo programa de tevê se esforça em adequar a linguagem 2.0, nascida na web, com a tradicional, conhecida e aprovada há décadas por telespectadores.

Na mesma velocidade que mudam-se os conceitos, mudam-se as propostas. Nesse bolo de informações nasce, a cada hora, um veículo novo, que discute temas específicos e que tenta achar um lugar ao sol. É a famosa Calda Longa virando realidade.

Se diferenciar é complicado, mas não impossível. O Subtítulo, famoso site de conteúdo literário, abriu um braço de televisão, a TV Subtítulo. E pra comandar contrataram um apresentador acostumado com tevê aberta, Thiago Gomide, que apresentou o programa Plano B, na extinta TVJB.

O programa, que se chama Mercado Literário, aborda a indústria do livro, discute lançamentos e entrevista autores, novatos e experientes. O que há de diferente? A linguagem. Thiago foge do tradicional e consegue se aproximar do espectador. Parece que é uma busca incessante.

A fórmula,se posso chamar assim, é um casamento dos três “is”: interatividade, informalidade e informação. E hoje vamos bater um papo – pelo MSN – com o apresentador para tentar entender melhor o sucesso do programa.

Entre[telas] – Como surgiu a TV Subtítulo?

Thiago – O Subtítulo é um blog. Um blog que discute literatura. Mas acabava ficando restrito no mundo das resenhas. O Lorran, que é o dono do site e da empresa que administra, resolveu lançar um braço de televisão que abordasse outros assuntos do mercado literário.

Entre[telas] E você entra nessa história em qual momento?

Thiago – Entrei para apresentar. No começo seria um programa grande, mas com o tempo, e a disponibilidade financeira, vimos que era melhor experimentarmos um novo formato.

Entre[telas] Menos profissional?

Thiago – Mais informal, eu diria. Um formato que tivesse mais a cara da web. Apesar de ter experiência como apresentador de tevê...

Entre[telas] – Em qual canal?

Thiago – Na TVJB. Era um programa chamado Plano B. Ótimo programa, por sinal. E que discutia produção de conteúdo para web. 

Entre[telas]  E qual é a principal diferença?

Thiago – Olha, eu acho que não podemos misturar fórmulas. Acho que a mídia tradicional e essas mídias moleculares se complementam. E cada programa precisa encontrar sua cara, e entender o que o espectador quer. A principal diferença é que na tevê comum o espectador não reclama direto, e na web é na cara.

Entre[telas] – Tem como explicar o sucesso?

Thiago – Trabalho, trabalho, trabalho, interatividade e informação. Uma pitada de informalidade nesse tempero e é dessa forma que conseguimos 20.000 acessos por dia.

Entre[telas] – Parabéns pelo programa e valeu pela rápida entrevista.


Thiago – Imagina. Chama no MSN sempre que precisar.   

 


RECESSO PARA REFORMULAÇÃO...

Caros visitantes,

como todo projeto que tem o seu "ponta pé inicial", o nosso também teve seus erros e acertos. Estamos aproveitando este período para fazer um reformulação e em breve voltaremos cheios de novidades.

Aguardem!!!

PEC que prevê diploma para jornalistas será apresentada até 1º de julho

A emenda precisa ser aprovada por três quintos dos senadores em dois turnos, o que corresponde a 49 dos 81 votos. Antes, terá de passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).


LINK DA NOTÍCIA
http://www.sidneyrezende.com/noticia/44667


Também no dia 1º de julho ocorrerá mais uma manifestações de estudantes de Jornalismo e jornalistas diplomados, bem como de todos aqueles que apoiam a causa, contra a decisão do STF. Essa manifestação será em frente ao CCJF - Centro Cultural da Justiça Federal (que fica na Av. Rio Branco ao lado da Biblioteca Nacional). A concentração será as 11h e o "apitaço" começa ao meio dia. Todos de preto e fazendo o máximo de barulho possível.

Maiores informações no blog do Movimento Profissão: JORNALISTA.

http://profissaojornalista.zip.net

http://twitter.com/MPJornalista

 

Equipe Entre[Telas]

SOBRE A DECISÃO DO STF

Por Leonardo Coelho

Antes de qualquer coisa, gostaria de dizer que ambos os lados tem razão em suas justificativas pró e contra diploma, afinal de contas esse é um assunto complicado demais para ser generalizado à algumas afirmações tacanhas que pessoas dos dois lados estão praguejando, seja na internet, na rua, no bate boca, aonde quer que seja. O que quero tentar nesse texto é minimamente encontrar um julgamento que não esteja carregado de emoção, como as que eu tenho ouvido até agora. A função de um jornalista, sem querer dar lição de moral, é, antes de qualquer coisa, analisar friamente os fatos e, somente após a exposição desses, poder dar a sua opinião. As afirmações feitas a seguir não são minhas, eu as retirei de post, blogs e artigos que eu julguei interessante avaliar.

1- “A falta do diploma de jornalista só impulsiona a queda dos nossos salários na troca de qualidade por quantidade”

Esse é um argumento semiverdadeiro. Realmente, com a falta de diploma, especifico, muitos profissionais de várias outras áreas entrarão no mercado jornalístico, o que acabará fatalmente baixando os salários – não muito- por conta da concorrência maior. Entretanto, quando se fala “qualidade por quantidade” fico com um pé atrás. Não é de hoje que se reclama da falta de qualidade dos jornalistas, então a entrada de pessoas qualificadas – digo isso porque sinceramente duvido que entrarão “quaisquer um” nos jornais – fará simplesmente aumentar o nível da cobertura destes. Esse medo da classe, apesar de compreensível, é insustentável frente a outros argumentos. Desde quando um diploma significa competência na área jornalística? Até parece que todas as faculdades são antros de excelência e distribuição de profissionais altamente qualificados e preparados, tanto eticamente quanto pro dia-a-dia. Não são, muito pelo contrário, boa parte desse exército sai muito pouco preparada para as exigências atuais. Ainda sim, acho importante a instituição de um curso de jornalismo, só que um pouco diferente. Para quem quisesse fazer jornalismo, ciência da comunicação social, as faculdades continuariam existindo como sempre existiram, e para quem faz outra graduação – geografia, por exemplo – e quisesse ser “jornalista” (na verdade um geógrafo com licença temporária de jornalista), existiriam cursos básicos e intensivos de ética e teoria jornalística que durariam menos tempo que a graduação normal, uns dois anos no máximo. Tais cursos poderiam ser financiados pelas próprias faculdades ou pela associação da classe, e para estes não-jornalistas poderia ser feito uma prova de admissão que lhe desse carteira de jornalista que valesse por um ano, até a próxima prova. Pode ter certeza que muita gente se inscreveria e a própria base sindical aumentaria, tais quais os ganhos monetários, que poderiam ajudar ainda mais nas lutas por melhores condições dos verdadeiros jornalistas

2-Essa decisão foi um retrocesso à qualidade da informação, um desrespeito à categoria (estudantes e formados) e vai deixar o patronato bem à vontade para contratar todos os apadrinhados, sem a mínima qualificação, para ocupar o lugar de quem se qualificou durante anos nas universidades.

O patronato pode não ligar para a classe dos jornalistas, mas vocês realmente acham que eles vão colocar qualquer um em um lugar de tamanha importância? Lembrando que seria muito fácil para qualquer jornalista de verdade averiguar e relatar esse fato aos meios de comunicação, fica difícil imaginar que um patrão seja burro o suficiente para fazer isso sabendo que um profissional incapaz vai lhe trazer apenas prejuízo. Isso é simplesmente um desvario ilógico, mas incrivelmente atraente. Com certeza profissionais de outras áreas vão se candidatar às nossas áreas, porém o contratante verá no diploma de jornalismo o diferencial positivo para a vaga, então, na maior parte dos casos não há o que se preocupar com relação a isso.


3-O Brasil é signatário da Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), da Declaração Americana de Direitos Humanos, conhecida também como Pacto de São José da Costa Rica (1992) e da Declaração Internacional de Chapultepec (1996). Todas elas pregam a liberdade de expressão e a abolição de controles oficiais ou particulares do papel da mídia.
Esse é um argumento interessante, e que normalmente é citado junto com o fato de que em boa parte do mundo essa imposição pelo diploma de jornalismo não existe. Porém o caso no Brasil é um pouco especial, pois tivemos um passado recente em que a imprensa, e a própria educação, estiveram cerceadas durante décadas. Claro que isso é o ideal, mas no caso do Brasil é hoje praticável? Tenho como opinião que o quadro ainda não é o melhor, mas que essa medida do STF pode trazer benefícios a longo prazo, não só para a população mas também para a própria classe.


4- Muitos protestam por ter gasto dinheiro numa faculdade cujo diploma se tornou desnecessário, ou por ter perdido anos de sua vida no estudo. Estão errados: exercer o jornalismo exige conhecimento, não um canudo de papel com o nome escrito em letras góticas. Se a faculdade de jornalismo der este conhecimento, terá cumprido sua missão, terá dado retorno ao investimento de tempo e de dinheiro. Quem exerce dignamente a profissão de jornalista, com ou sem diploma, jornalista é.
Sem comentários, concordo plenamente.


5- na quarta-feira em que a decisão foi tomada, nas edições dos três jornalões, dos 29 artigos regulares e assinados, apenas 18 eram de autoria de jornalistas profissionais, os 11 restantes eram de autoria de não-jornalistas. Esta proporção 60% a 40% é bastante razoável e revela que o sistema vigente de obrigatoriedade do diploma de jornalismo não discrimina colaboradores oriundos de outras profissões.
Esse argumento é bom, mas possui um elemento que pode enganar. Os tais 40% tem que idade? Pergunto isso não por curiosidade, mas porque isso é algo de suma importância. Todo a polêmica diz respeito aos jornalistas jovens, que tiveram a oportunidade de entrar em uma faculdade especifica de jornalismo em sua vida acadêmica. Não adianta nada que esses 40% sejam compostos de monstros sagrados do jornalismo como Fernando Gabeira, Juca Kfouri, Ricardo Kotscho, que viveram e estudaram numa época completamente diferente. Pegue voce mesmo esses jornais e confira.

Links interessantes

http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=543DAC068

http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=543DAC001

Tentarei colocar mais argumentos prós e contras posteriormente… Quem leu pode, se quiser, postar sua opinião.


Equipe Entre[Telas]

Posicionamento da FACHA - Faculdades Integradas Hélio Alonso

A POSIÇÃO DA FACHA SOBRE A DECISÃO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, QUE DERRUBOU A EXIGÊNCIA DO DIPLOMA PARA O EXERCÍCIO DA PROFISSÃO DE JORNALISTA:

Prezado ALUNO,

Diante de inúmeros e-mails que recebemos, dando conta de um misto de indignação, revolta, perplexidade, dúvidas e insegurança de muitos de nossos alunos, queremos, neste momento, nos posicionar a respeito da decisão do Supremo Tribunal Federal, que derrubou a exigência do diploma para o exercício da profissão de Jornalista.

A FACHA, ao longo de mais de três décadas, tem uma história marcada no campo da Comunicação Social. Nossa preocupação sempre foi e sempre será com o a valorização do ser humano e a qualidade e a excelência do ensino. Nesse sentido, cabe aqui alguns esclarecimentos que podem sinalizar para esclarecer e acalmar os ânimos acirrados, sobre a recente decisão dos ministros, em Brasília.

O STF entendeu que o decreto 972 de 1969, que fixava regras para o exercício da profissão não tem amparo na Constituição. Por isso, os ministros acharam que não cabe ao Estado regular a profissão, que deve se autorregular. Mais que isso: entenderam que a exigência viola a liberdade de expressão. Não vamos aqui questionar a decisão do STF. Vamos sim, ficar cada vez mais estimulados a oferecer um ensino de qualidade, por entendermos que o próprio mercado vai regular a capacidade dos profissionais que serão admitidos em seus quadros. Não vamos jamais nos afastar da convicção de que esse ensino de qualidade vai ser o diferencial.

Nosso curso é conhecido e divulgado exatamente pelo corpo docente que dispõe.

Entendemos também que nada vai mudar de forma profunda. As empresas jornalísticas já se posicionaram. Vão optar por alunos qualificados, ou seja, aqueles que passam pela faculdade, certamente, estarão mais qualificados.

Entendemos também que essa decisão nos empurra para uma adequação curricular. Nada que mexa muito na estrutura atual. Apenas uma adaptação a uma nova situação. Os alunos, portanto, não devem se apavorar com essa decisão do STF. Concluam normalmente seu curso, sem traumas ou preocupações.

A Coordenação de Jornalismo da FACHA, preocupada com seus alunos, está articulando uma série de palestras e debates com representantes da Associação Brasileira de Imprensa, a Federação Nacional de Jornalistas e o Sindicato Municipal dos Jornalistas do Rio de Janeiro, logo para a primeira semana de aulas no início do próximo semestre, a fim de tirar dúvidas e esclarecer pontos obscuros da decisão dos ministros do STF.

Para encerrar, nos EUA e em alguns países da Europa isso já ocorre, ou seja, não há a exigência do diploma de jornalista. Lá a profissão não é regulamentada. Em um plano doméstico, Publicidade e Cinema também não. Vamos, portanto, manter a calma. O momento é de reflexão e debate acerca do assunto, que é novo para todos nós.

Célio Campos - Coordenador de Jornalismo da FACHA


Da equipe Entre[Telas]:

 

Equipe Entre[Telas]

Seremos jornalistas de verdade

 

Por Cecília Corrêa

Eu, como estudante de jornalismo, estou me sentindo inferiorizada. Decidiram que agora para ser jornalista não é necessário o diploma. Um verdadeiro absurdo!!!


Jornalismo é uma profissão como qualquer outra e exige métodos e técnicas para o seu bom exercício. Aprendi nesses três anos de faculdade que para ser um bom jornalista não basta apenas saber escrever, é preciso aprender apurar uma informação, saber as técnicas de redação e edição de impressos e TV, estar sempre atento ao interesse e opinião pública e principalmente saber levar uma conduta ética e ter valores morais.


Esse blog hospeda um programa de WebTV e pra realizarmos tal programa foi preciso por em prática tudo o que aprendemos até agora. Não foi fácil.
O que me tranquiliza é saber que eu sempre serei muito melhor do que qualquer pessoa que tente ser jornalista sem o conhecimento universitário, pois eu não entrei na faculdade a toa. Não falo isso só por mim e também pelos meus amigos da equipe Entretelas que serão jornalistas de verdade, formados!

DIPLOMA DE JORNALISMO: SIM!

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=91159985

RJ - Dados confirmados

Concentração: ABI

Horário: 10h

Data: 22/06/09

Usar Traje preto, levar um canudo simulando diploma, cartazes.

O movimento vai andar da ABI até o Palácio Tiradentes.

Equipe Entre[Telas]

Perspectiva sombria: Não obrigatoriedade do diploma se mostra um terrível equívoco na história da imprensa brasileira

Por Henrique Coelho

Ontem, dia 17 de junho de 2009, foi votada a obrigatoriedade do diploma de jornalismo para exercer a profissão. Em uma decisão histórica, questionável e(infelizmente) comemorada por muitos, o Supremo Tribunal Federal votou, por 8 votos a 1, pelo fim da obrigatoriedade desse diploma.

A pergunta que fica, parafraseando o comentário de Isabela Marinho sobre o texto de Thaty Moura, é essa: E AGORA?

Os donos de jornal estão com certeza celebrando, pois o teto salarial irá diminuir muito, e eles poderão gastar mais dinheiro com suas viagens e excentricidades. Muitos dizem que será uma maneira de aumentar o nível dos jornalistas formados nas faculdades. Ora,e não haveria outra maneira de fazê-lo sem descaracterizar uma classe profissional inteira, que há quarenta anos vinha conseguindo importantes vitórias para conseguir se desenvolver no país?

Faltou felicidade nas declarações de Gilmar Mendes, Ministro do Supremo, e também coerência na condução disso tudo. Uma pena que esse seja o rumo que o país está tomando.Realmente uma pena.

O texto é pequeno, mas a indignação não tem tamanho...

Equipe Entre[Telas]

Desagravo à decisão do STF.

Por Anna Barros

Essa decisão foi um absurdo porque desvaloriza a profissão de jornalista. Você pode ensinar a prática a alguém que não estude mas o discernimento, o senso crítico apurado, o estofo teórico, você aprende na faculdade de Jornalismo.
 
É uma profissão do mesmo calibre de médico, advogado e engenheiro pois o jornalista se compromete a informar o leitor, o espectador, o ouvinte da melhor forma e um erro pode comprometer a vida de muitas pessoas. Se tivéssemos um Conselho Regional de Jornalismo, isso não teria acontecido.
 
Vocês acham que a OAB deixaria alguém que estudasse o Código Penal um ano e soubesse todas as leis, sem cursar Direito, ser advogado? Assim, depois da decisão dos ministros do STF, todos querem ser advogados. E o ministro Gilmar Mendes ao comparar jornalista com chef de cozinha que não necessita de curso de Gastronomia, segundo ele, para saber cozinhar, nos fez rir tamanha afirmação patética e ridícula, com todo o respeito.
 
Precisamos nos mobilizar já para protestar contra essa decisão que favorece os donos de empresa de comunicação, de jornais, de rádios, pois ao desmerecer o diploma, manipulam a informação ao seu bel prazer e os poderosos não tem a verdade exposta na mídia que os desmascare perante a população. 

Equipe Entre[Telas]

VERGONHA - STF APROVA A NÃO OBRIGATORIADADE DO DIPLOMA DE JORNALISTA PARA EXERCER A PROFISSÃO

Por Thaty Moura

Nesta última quarta-feira (17/6) um retrocesso nacional aconteceu no Supremo Tribunal Federal. Por oito votos a UM o diploma para exercer a profissão de jornalista não será mais exigido, como tanto pleitearam o Sindicato de Empresas de Rádio e Televisão de São Paulo e o Ministério Público Federal, desde 2006.

Faço minha as palavras do ÚNICO ministro sensato a votar pela obrigatoriedade do diploma, Marco Aurélio de Mello: “Penso que o jornalista deve ter uma formação básica que viabilize sua atividade profissional, que repercute na vida do cidadão em geral”.

É exatamente isso que fazemos, os verdadeiros jornalistas, diplomados, aprendem que seu papel é o de mediador social, que devemos dar aos cidadãos informações que os possibilitem se auto-governar, exigir do Estado seus direitos.

Não é uma profissão simples que qualquer um que seja alfabetizado possa exercer. Transmitir informação é uma das funções mais importantes, se não a mais importante MESMO, dentro de uma sociedade. Há que se ter embasamento teórico para diferenciar os formatos de textos para seus meios e adequar a linguagem ao público alvo.

Por isso, reafirmo, É UM RETROCESSO na história do Brasil.

E eu, enquanto estudante de Jornalismo e futura jornalista acho absurda e ignorante essa decisão.

Que exijam novamente o diploma para exercer a profissão de jornalista, JÁ!

 

Equipe Entre[Telas]

Hoje, 10 de junho, é comemorado o Dia da Língua Portuguesa. Por esse motivo, a Rede Entre[Telas] resolveu falar um pouco sobre o nosso idioma, o quinto mais falado do mundo e terceiro no Ocidente.

Você sabia que no Brasil existe o Museu da Língua Portuguesa? Ele está localizado na Estação da Luz, em São Paulo.Quem não mora na cidade pode conhecer um pouco dele virtualmente, basta acessar www.museudalinguaportuguesa.org.br.

Nesse endereço há algumas curiosidades. Por exemplo: o dia 10 de junho foi escolhido em homenagem a Luiz Vaz de Camões, um dos maiores poetas portugueses. Ele faleceu nessa data, em 1580.

Reforma ortográfica
No início do ano entrou em vigor a reforma ortográfica, com o objetivo de unificar o idioma português no Brasil, Angola,Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor Leste e Portugal. As novas regras valerão a partir de 1º de janeiro de 2009, porém as duas ortografias - a nova e a antiga – serão aceitas até 31 de dezembro de 2012

As mudanças afetaram diretamente a rotina de nós estudantes de jornalismo. Muitas vezes ficamos em dúvida sobre o que mudou e
o que permanece.


Algumas dicas: “Voo”, por exemplo, deixou de ter o acento circulflexo, e “infraestrutura” perdeu o hífen.

Fiquem atentos a Reforma ortográfica! ;)

Nós aproveitamos para nos desculpar pelas falhas do primeiro programa. O áudio está atrapalhando a compreensão do programa.
Estamos providenciando um compacto, sem intervalos e com uma possível melhora no áudio!


Sempre alerta, como diriam os escoteiros!!

Continuem visitando o blog, indiquem para os amigos.

Qualquer sugestão de palavras, pautas, não esqueçam de deixar comentários!

Para um contato mais direto, enviem e-mail para: pwebtv@gmail.com

 

Equipe Entre[Telas]

O Soltando a Língua finalmente tem sua estreia hoje, 05 de Junho de 2009. Depois de algum tempo de trabalho, estamos colocando nosso projeto no ar. Nós da Equipe Entre[Telas] esperamos que todos se divirtam e aprendam um pouco mais sobre o universo das palavras. Sejam bem-vindos ao Soltando a Língua, que nesse mês fala sobre Ressaca.

Primeiro bloco do Programa:

Segundo bloco do Programa:

Terceiro bloco do programa:

Agradecimentos:

Bar do Pinto - Rua Conde de Bonfim - Tijuca
Botequim Itaipava - Rua Farani, 3 - Botafogo - Tel.: (21) 2553.8384
Livraria Empório das Letras - Rua do Catete, 311 Sobreloja 22 - Catete - Tel.: (21) 2205.5330
Hospital Copa D'Or - Rua Figueiredo de Magalhães, 875 - Copacabana - Tel.: (21) 2545.3600
Oi Futuro - Rua Dois de Dezembro, 63 - Flamengo - Tel.: (21) 3131.3060
Planalto do Chopp - Rua Barão do Flamengo, 35 LJ5 - Flamengo - Tel.: (21) 2557.7222

Equipe Entre[Telas]

Literatura

A palavra Ressaca também é usada na literatura. Quem não se recorda de Machado de Assis

em Dom Casmurro falando dos olhos de Capitu?


"Retórica dos namorados, dá-me uma comparação exata e poética para dizer o

que foram aqueles olhos de Capitu. Não me acode imagem capaz de dizer, sem quebra

da dignidade do estilo, o que eles foram e me fizeram. Olhos de ressaca? Vá, de ressaca.

É o que me dá idéia daquela feição nova. Traziam não sei que fluido misterioso e

enérgico, uma força que arrastava para dentro, como a vaga que se retira da praia, nos

dias de ressaca. Para não ser arrastado, agarrei-me às outras partes vizinhas, às orelhas,

aos braços, aos cabelos espalhados pelos ombros; mas tão depressa buscava as pupilas,

a onda que saía delas vinha crescendo, cava e escura, ameaçando envolver-me, puxarme

e tragar-me."

(Dom Casmurro - Machado de Assis)


Aos curiosos de plantão, boas novas, amanhã vocês vão poder assistir, aqui no blog o primeiro Soltando a Língua.

Preparem-se, amanhã estamos no ar!!!

Equipe Entre[Telas]

O Soltando a Língua é um programa de Tv para Web que pretende esmiuçar palavras.
Fiquem ligados que  a nossa estreia será nesta semana.
Como vocês já sabem a palavra do mês é ressaca.

Aqui vai a origem dela:


De acordo com o dicionário etimológico da Língua Portuguesa, (Nova Fronteira - Antônio Geraldo da Cunha)
a palavra ressaca s.f. 'refluxo de uma vaga, depois de espraiar ou encontrar obstáculos que a impede de
avançar livremente' século XVII. Do castelhano. resaca. ressac ABIL. século XX


 

E para vocês se divertirem, um vídeo da Fernanda Torres sobre ressaca:

Aguardem o Soltando a Língua!
 

Equipe Entre[Telas]

Soltando a Língua

http://revistadasemana.abril.com.br/conteudo/ciencia_saude/conteudo_ciencia_saude_406292.shtml

Você sabia que a palavra ressaca possui diversos significados?
Além daquele incômodo após a bebedeira e do refluxo das ondas marítimas, ressaca também pode ser (...)
Bem, para você saber o que mais a palavra ressaca pode representar, recomendo ficar ligado(a) na Rede Entre[Telas].
Esse é o assunto do mês de junho do Soltando a Língua.
Presenciou alguma cena de ressaca?
Tem alguma história divertida pra contar?
Comente!Jóia
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